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31 de julho de 2006

O Estado sado-masô...

Comparo Rondônia com aquela esposa que há anos apanha, apanha e apanha, sem denunciar o marido agressor. É mais ou menos isso. Temos uma relação meio "sado-maso" com os políticos desse Estado. Nomes como Agnaldo Muniz, Nilnton Capixaba, Marinha Raupp, dentre outros, gente de mão calejada de tanto mete-la nos cofres públicos, estão tranquilos, não queimam pestanas nem neurônios pensando em mais uma eleição. Têm seus currais eleitorais cheios. Estão certos de que por mais quatro anos vão gozar de nois na capital sanguessuga.

Quando digo "sado-masô" é porque não têm geito. Entra ano e sai ano e ninguém rompe com essa gente. A esposa espancada que existe em cada eleitor roubado não vai à delegacia. Gosta de sofrer. Sente prazer em sofrer. Vota por um pacote de arroz, por um kilo de carne ou por até menos que isso. Pra quem entende um pouco de sadismo, mazoquismo e coisas desse tipo, sabe que quanto maior o sofrimento maior é o prazer. Pior, não é somente o seu sofrimento lhe proporciona prazer mas o de outras pessoas.

Eleitor "sado-masô", por favor, temos que parar com isso. Está na hora de você passar por um psicólogo e tratar essa mania de prestigiar esse tipo de sanguessuga. Digamos em todos os cantos deste Estado: sái "zica", sái olho gordo, sái sanguessuga. Tomemos parte nesta campanha: fora Muniz, fora Capixaba e fora sado-masoquismo. Diferente do sexo, o prazer do sofrimento pode durar um mandato inteiro, pense nisso.

Denis Farias

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